Desesperadamente atada no deck

Categories BDSM, Casais, Fetiches
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Sedução provocante a bordo. Primeiro, ele ata-a, depois faz com que se venha num orgasmo bombástico!

Que final de tarde quente de verão, o sol brilha suavizado pelo avançar do crepúsculo. Somos a única embarcação no lago. Deito-me nua no deck e desfruto as carícias do sol da tarde na minha pele.

Quando me viro de costas, sinto gotículas de água a cair sobre mim. Então, um corpo fresco, suavemente hidratado, deita-se sobre mim e eu sou lentamente beijada com intensidade… é tão bom…

De repente, esse homem incrivelmente atraente com quem estou no barco, vendou-me enquanto me acariciava e sussurra-me baixinho ao ouvido:

“Não te mexas e não tenhas medo. Eu não farei nada que não queiras.”

Mantenho-me imóvel e liberto a minha mente: seja o que for, começou bem e excitou-me de imediato.

Sinto cordas ásperas primeiro no pulso direito, depois no pulso esquerdo, no tornozelo direito e, finalmente, no tornozelo esquerdo, cuidadosamente atados e presos ao corrimão do barco. O nó é solto e deixa-me mexer um pouco, no entanto, estou à mercê dele e desfruto esse sentimento de ser dominada.

É estranho, é uma nova experiência, mas também é muito bom e, acima de tudo, confio nele. A ansiedade cresce no jogo mental da adivinhação do que me vai acontecer a seguir.

Não consigo ver nada e tudo isto é tão eletrizante.

Será que me vai beijar, lubrificar, brincar comigo, possuir-me e depois foder-me?

A minha respiração acelera ao ritmo que a minha excitação aumenta…esse tesão da espera.

Escuto a melodia surdina de uma música suave e o som das ondas gentis. Sinto o calor da respiração dele sob a minha pele desnudada. O meu pescoço é presenteado com beijos tenros e ávidos, a língua movendo-se lentamente para o meu ouvido.

Ele sussurra: “Eu te amo. Vou deixar-te louca até me implorares para te foder!”

Ele morde-me suavemente no pescoço, mas de forma incisiva. Vagueia pelo meu corpo com os lábios e língua a saborear aqui e ali o meu perfume corporal até alcançar as minhas nádegas. Ele passa a massajar os meus seios com uma torção tensa, puxando e girando-os, brincando com eles até ficarem muito fartos e empinados.

A estimulação dos meus seios despertou-me sexualmente e eu começo a gemer baixinho: “Sim, mostra-me o quanto gostas dos meus mamilos duros. Suga-os. Eu adoro isso, excita-me muito.”

Ele leva os meus seios individualmente à boca, sugando os meus mamilos, segurando-os com os dentes, beliscando-os. Quando ele pega os meus mamilos com os seus dedos e os puxa com firmeza para que os meus seios subam, o meu gemido de prazer aumenta.

Eu sinto a luxúria literalmente por toda a pélvis e fico ainda mais encharcada.

Eu adoro quando ele se satisfaz tanto assim com os meus seios.

Enquanto ele está empenhado em dar prazer aos meus seios, a segunda mão encontrou o caminho para a minha pérola amorosa, que já se destaca bem húmida e a ferver com luxúria na minha cova de prazer.

Os dedos dele circulam-me o clitóris, com a pressão doce de quem me quer dar prazer. A pressão aumenta gradualmente, até que ele começa a beliscar-me o monte de Vénus com o indicador e o dedo do meio para libertar a minha pérola de prazer, esfregando-a entre os dedos e de trás para a frente, como numa montanha russa: dentro da caverna, fora da caverna.

Ao mesmo tempo, eu começo a pingar cheia de tesão. Eu já estou tão excitada que sinto o meu néctar a soltar-se da vulva.

Enquanto os dedos dele continuam a dar-me gozo, o polegar enterra-se na minha rosetta. A outra mão entra na minha vagina húmida. Ternamente, os dedos penetram-me e oferecem-me uma vibrante massagem do clitóris. Que prazer! Quente, frio, uma sensação única. O meu corpo vibra por inteiro com espasmos.

“Oh sim, come-me. Deixas-me louca! Que prazer estar à tua mercê”, grito eu bem alto sobre o lago.

Ele gosta disso e anima-me:

“Sim, querida, mais alto. Deixa-te ir. Eu quero ouvir que estás cheia de tesão e que te excito. Isso me deixa com tesão para não parar e querer foder-te.”

Então acaba por acontecer. O meu primeiro orgasmo aproxima-se, a explosão espalha-se pelo abdómen. A onda atravessa todo o meu corpo. É como voar, simplesmente divinal.

Finalmente, ele começa a lamber-me com todas as regras da arte do sexo oral até que eu não posso aguento segurar mais o meu néctar quente e enquanto que ele me lambe os lábios grandes, eu venho-me.

Ele geme: “Oh sim. Eu adoro este teu leite, o sabor do teu sexo põe-me maluco e quero mais disso. Eu simplesmente não consigo para de te querer.”

A língua dele não para e continua, enquanto eu escorro cheia de prazer de cada vez que ele enterra a cabeça entre as minhas coxas suadas. Os nossos gemidos de prazer soltam-se em chicotadas excitadas, até que finalmente eu não aguento mais e imploro-lhe para me possuir…

“Fode-me, garanhão, fode-me. Eu quero sentir o teu pau quente e duro dentro de mim. Eu quero que você me foda até não poder mais.”

Não fez falta repetir! Ele retira as minhas algemas e penetra-me vigorosamente por trás, virando-me para a posição do missionário e no momento de nos virmos, olhamos profundamente nos olhos um do outro e gozamos um orgasmo simultâneo.

Colámos os nossos corpos suados e ficamos assim por um tempo … até que finalmente percebemos que não estávamos sozinhos no lago e que acabámos de dar um espetáculo especial para alguns marinheiros de outras embarcações.

Eu tenho que admitir, só o pensamento disso ainda me excita agora…